No início dos anos 1990, trabalhei como carcereiro num dos maiores presídios da América Latina. Havia um interno que não dormia, passava a noite inteira dependurado na grade, olhando a lua. Um dia, perguntei-lhe o porquê. Ao que me contestou:
- É que a lua que vejo daqui é a mesma lá de fora, chefe.
- É que a lua que vejo daqui é a mesma lá de fora, chefe.
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