As
duas línguas se revezavam sobre minha pica; às vezes as bocas se beijavam sobre
a cabeça. Paraíso, que paraíso? De repente, virou putaria, elas nem riam mais.
Tiraram as roupas. Eu coloquei as duas no sofá com as pernas abertas e fiquei
louco, que nem cachorro novo, pulando de uma xana para a outra. Não conseguia
me concentrar numa só. Fartura, teu nome é amor! O quepe estava torto na minha
cabeça; os óculos escuros, dependurados na orelha. Arranquei o uniforme e me deitei
no sofá. Então uma delas se sentou no caralho, enquanto a outra sentou com a
boceta na minha boca. Brincamos assim por um bom tempo, depois as meninas
trocaram de lugar. No meio da foda, eu tinha de pensar em outra coisa. Se
ficasse concentrado, gozava na mesma hora. Tinha de me distrair um pouco e
depois voltava. Então as minhas companheiras se encaixaram num meia nove, a
Anabela por cima. Empurrei o pau e ele escorregou gostoso. De vez em quando,
tirava da boceta da Anabela e colocava na boca da Duda. Aí fiquei maldoso.
Tirei o pau e lambi com força o cu da Anabela. A menina gemeu. Cuspi. Passei o
dedo. “Vou tentar!” Pensei. Se ela reclamasse, eu parava. Para minha surpresa,
quando enfiei a cabeça, ela gemeu. Empurrei mais um pouco – é preciso carinho
quando se está comendo um cuzinho; se forçar, machuca, ainda mais um rabinho
apertado como aquele – ela relaxou, aceitou a pica. Passando a cabeça, o resto
escorrega. A própria Anabela arrebitou a bundinha dura e empurrou para trás.
Enquanto isso, a Duda, garota esperta, chupava o clitóris. Quando estava tudo
dentro, a coisa ficou fácil. Segurei a danada pelo cabelo e soquei até o talo.
Ela rosnou, gemeu, pulou. Mandei brasa. Não foi preciso muito. Em pouco tempo,
Anabela gozava.
- Quero que você encha a cabeça da minha pica de merda, safada – falei.
- Quero que você encha a cabeça da minha pica de merda, safada – falei.
E aí ela recebeu com força.
- Vou encher seu cuzinho de porra.
Aperta o rabinho no meu pau!
- Vai, vai, vai.
- Vou, vou sim, gostosa.
Ela gritou, tremeu, suspirou. Eu
também gozei e, depois, deixei o pau descansando... Porra de amor escorrendo
pela bunda dela, descendo pelas pernas... E Anabela chorou. Teve uma crise de
choro. Caiu de lado e colocou o travesseiro no rosto... Coitada da Duda, só ela
não tinha gozado. Eu, porém, sou um homem honrado. Não deixaria a menina na
mão. No amor há uma única regra: não se pode ter prazer sem dar prazer! De modo
que caí de boca, mesmo esgotado. Um bom oficial não foge ao seu dever. Não
precisei chupar muito para a Duda gozar também. Ela estava excitada. Quando
gozou, não tirei a boca, continuei mamando até ela não aguentar mais, apertando
os bicos dos seios com as mãos...
- Pode gozar, safada, goza que eu
quero engolir todo seu gozo... Enche minha boca... – sussurrei.
Gozou e, ao contrário da Anabela,
teve uma crise de riso. Como é leve o semblante de alguém que acabou de gozar!
Uma ria e a outra chorava. Depois inverteram os papéis, chorando e rindo, e se
abraçaram. Eu fui ao banheiro tomar um banho. Estava todo melado. Nada como a
criatividade na hora do amor.