segunda-feira, 11 de março de 2019
A Maldade já vimos demais - 1
"A ânsia pelo reconhecimento de outros homens, os
Linton, o próprio Hindley Earnshaw, a
dor de ser preterido por pena... Tudo isso desperta a ira. O menino cigano
exige ser reconhecido como um igual, mas quando os interpelados se recusam
a passar por essa prova, precisarão se confrontar com a ira daquele que
apresentou a exigência. “Em ofensas que adoecem, a vingança é certamente a
melhor terapia”. Daí para
a frente, Heathcliff já não será um ser humano, mas um destino, UMA VINGANÇA."
Trecho de um artigo sobre o romance O morro dos ventos uivantes, de Emily Brontë, publicado na revista Filosofia, Ciência e Vida. Para ler, clique aqui:
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Um comentário:
Bela redoma, pianista.
Um dia desses, ainda nos encontramos nos concertos da vida.
Graça dou, ainda por um dia ter visto a sua peça.
Beijus de luz.
Sucesso!
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