quarta-feira, 19 de setembro de 2018

(Who knows when we shall meet again? / If ever – Alan Parsons)

Penso em uma mesa de pingue-pongue. 
Um jogador é o passado;
O outro, o futuro.
A bolinha: o agora.
Se por um lado o passado determina o futuro;
Por outro, o futuro conduz o agora.
Um tanto escolha, outro tanto destino.
O fado flui, o ser flutua.
A menor distância entre dois pontos é sempre um círculo.

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